A arteterapia é um processo terapêutico que utiliza o desenho, a pintura, a música, a modelagem, o teatro, a dança, os filmes, a Escrita Criativa e outros recursos de expressão para o autoconhecimento. Enquanto em outras formas de tratamento, o cliente relata ao profissional o que o incomoda e aflige, na arteterapia, ele as expressa por meio de uma ou mais atividades artísticas. O processo de criação e a relação que estabelece com elas e com o arteterapeuta é que vão lhe permitir se Conhecer Melhor e Evoluir.
O conteúdo do sujeito toma forma e ele sente que pode Transformar suas aflições e suas angústias em cor, em movimento, em arte. A harmonia se estabelece ao aprendermos a relativizar padrões arcaicos que antes nos aprisionavam! Descobre-se então que, é possível criar novas maneiras para lidar com os conflitos, ao sentir a Alma leve e a ‘prisão imaginária’ (que construímos internamente): ABERTA e recheada de novas possibilidades e auto-estima suficiente para se ir atrás dos sonhos!
A arteterapia é um tratamento auxiliar da Medicina, da Fisioterapia, da Acupuntura, Fonoaudiologia, Yoga, entre outros. É reconhecida pela Associação Médica Brasileira e pela Associação Brasileira de Medicina e Arte, como terapia coadjuvante.
Sigmund Freud (1856-1939), criador da Psicanálise, já apontava o papel da arte no processo terapêutico. Mas foi o psiquiatra suíço Carl G. Jung (1875-1961) quem, no começo do século XX, começou a usar a arte como recurso terapêutico com os próprios pacientes. Dois pioneiros no Brasil, na primeira metade do século XX, foram o médico Osório César e a psiquiatra Nise da Silveira (1906- 1999), que desenvolveram seu trabalho em hospitais psiquiátricos. Hoje é usada em todo o mundo! Pode ser beneficiada por qualquer um que queira se aperfeiçoar e rever problemas como baixa estima, dificuldades de relacionamento interpessoal, angústia, estresse e ansiedade. Alívia sintomas de doenças, como câncer e vitiligo, promovendo mais qualidade de vida. É utilizada também no tratamento de crianças e adolescentes hiperativos ou com dificuldade de aprendizado. Além disso, é recomendada, entre outras situações, na recuperação de quem sofreu traumatismos ortopédicos ou cerebrais.
O conteúdo do sujeito toma forma e ele sente que pode Transformar suas aflições e suas angústias em cor, em movimento, em arte. A harmonia se estabelece ao aprendermos a relativizar padrões arcaicos que antes nos aprisionavam! Descobre-se então que, é possível criar novas maneiras para lidar com os conflitos, ao sentir a Alma leve e a ‘prisão imaginária’ (que construímos internamente): ABERTA e recheada de novas possibilidades e auto-estima suficiente para se ir atrás dos sonhos!
A arteterapia é um tratamento auxiliar da Medicina, da Fisioterapia, da Acupuntura, Fonoaudiologia, Yoga, entre outros. É reconhecida pela Associação Médica Brasileira e pela Associação Brasileira de Medicina e Arte, como terapia coadjuvante.
Sigmund Freud (1856-1939), criador da Psicanálise, já apontava o papel da arte no processo terapêutico. Mas foi o psiquiatra suíço Carl G. Jung (1875-1961) quem, no começo do século XX, começou a usar a arte como recurso terapêutico com os próprios pacientes. Dois pioneiros no Brasil, na primeira metade do século XX, foram o médico Osório César e a psiquiatra Nise da Silveira (1906- 1999), que desenvolveram seu trabalho em hospitais psiquiátricos. Hoje é usada em todo o mundo! Pode ser beneficiada por qualquer um que queira se aperfeiçoar e rever problemas como baixa estima, dificuldades de relacionamento interpessoal, angústia, estresse e ansiedade. Alívia sintomas de doenças, como câncer e vitiligo, promovendo mais qualidade de vida. É utilizada também no tratamento de crianças e adolescentes hiperativos ou com dificuldade de aprendizado. Além disso, é recomendada, entre outras situações, na recuperação de quem sofreu traumatismos ortopédicos ou cerebrais.
São infinitas, portanto, as possibilidades oferecidas pela arteterapia! Mas só quem já tem uma formação superior básica, como psicólogo, psiquiatra, fisioterapeuta, pedagogo e professor de arte, pode se especializar na atividade.
“Na arte o homem se reconhece, encontra seus pensamentos e seus sentimentos, ao mesmo tempo em que faz aquilo o que o cerca e que não é ele. A dualidade irredutível de sua dupla experiência externa e interna se encontra, enfim resolvida”.
(René Huygle, 1967).
Quando vivenciamos os processos da arte, o homem encontra meios de se resolver internamente e compreender o mundo em sua volta. Ela nos proporciona um meio eficaz para uma aplicação mais direcionada a determinados objetivos terapêuticos, constituindo um diferencial em relação a outras terapias. Observando esses processos poderemos direcionar os pacientes a realizar certos movimentos de ‘cura’ ou ao menos a aliviar seus problemas, bem como promover autoconhecimento através de suas expressões. (Curar vem do latim, curare, que é cuidar, tratar, é livrar da doença, restabelecer a saúde, sarar, e curar é também branquear, expondo ao sol, corar.)
“Tanto na arte quanto na terapia manifesta-se à capacidade humana de perceber, figurar e re-configurar suas relações consigo, com os outros e com o mundo, retirando a experiência humana da corrente rotineira e por vezes automática do cotidiano, colocando-a sob luzes novas e estabelecendo novas relações entre seus elementos, misturando o velho com o novo, o conhecido com o sonhado, o temido com o vislumbrado, trazendo assim novas integrações e crescimento”
(CIORNAI, 2004.)
Há o questionamento na Arteterapia devido à importância estética, ou a escolha de materiais que se identifique. Há quem tenha resistência à modelagem, e goste de Foto Terapia, ou que prefira trabalhar com Filmes ou que prefira trabalhar em cima de Músicas do Legião Urbana através de de suas composições, por exemplo, ou melodia, ou qualquer outro estilo de música. São vastas as opções! E através destas é que se observa o porque de desejar esta ou aquela forma de arte. O por que de ter repulsa por uma e pela outra não. E todas elas extravasam o Eu de uma forma menos censurada, mais gostosa, relaxante e visceral!!!!!
“Além de uma função social, a arte pode ter uma função terapêutica, pois não apenas o artista estrutura seu mundo interior e o expressa por uma simbolização que é a obra, como o público participante dispõe da própria emoção”.
(Andrade, 1993).
A arteterapia procura Unir essas duas atividades: O fazer Arte, enquanto expressão humana e o fazer Terapia. Este fazer terapia é estar com um profissional de uma terapêutica específica, que faz o elo entre a Arte e o seu Eu (SELF), fazendo o gancho terapêutico do material artístico com sua dinâmica de vida.
Diferente de quando se faz arte pela arte, em que o objetivo é estético, cultural e profissional. Nela o sujeito expressa, se comunica com o mundo e coloca suas impressões e idéias. Seu efeito é pessoal, de prevenção e compreensão dos seus conflitos internos!
"Os processos criativos são processos construtivos globais. Envolvem a personalidade toda. Criar é tanto estruturar quanto se comunicar, é integrar significados e transmiti-los. Ao criar procuramos atingir uma realidade mais profunda do conhecimento das coisas. Ganhamos concomitantemente um sentimento de estruturação interior maiores, sentem que estamos nos desenvolvendo em algo essencial para o nosso ser”.
(Fayga Ostrower)
A busca é a de se restabelecer como um Ser fortalecido, equilibrado, integrado, organizado e centrado dentro do seu contexto social, familiar e pessoal. É usar dos meios e processos que o fazer arte implica e influencia no ser humano, porém direcionado para um tratamento físico, psicológico e espiritual. Pois somos um TODO e não apenas um sintoma, somos SERES HOLÍSTICOS, ao invés de ‘robotizados’ como muitos especialistas de diversas áreas, nos avaliam ao entrarmos em seus respectivos escritórios e consultórios ao nos encontrarmos com alguma enfermidade, conflito ou questão judicial. Por isso a necessidade de UNIR, fazer um elo, da Terapia com Livres Associações (falar tudo que vem a mente, método criado por Freud), Relaxamentos (uma das técnicas da Arteterapia, que propõe: relaxar, fechar os olhos prestar atenção na respiração, na música, ter uma consciência corporal antes de qualquer outra atividade terapêutica para assim, abrir canais da nossa psiquê no momento da análise), Florais de Bach (Harmonizam a mente, cuidam das emoções e conseqüentemente do corpo, quando tomados regularmente trazem incríveis resultados e podem ser mesclados com qualquer outro medicamento sem contra indicação), Catarse (desabafo total, procurando não temer julgamento, pois o Psicólogo não julga, apenas escuta e caminha ao lado do seu cliente, ele está ali para escutar e intervir quando achar necessário), Fitoterápicos, Shiatsu Terapêutico, Aromaterapia, Meditações entre outras técnicas que só se complementam e se integram, devolvendo a alegria e a sensação de estar vivo plenamente e não apenas de sobreviver em fragmentos...
Portanto a criatividade, aspecto essencial do fazer arte, é um processo integrante e construtivo do ser, que potencializa suas forças psíquicas equilibrantes.
O profissional formado em arteterapia é fundamental neste processo. O Cliente, o arteterapeuta e a arte formam o tripé neste tipo de trabalho.
Dentro da arteterapia são várias as abordagens psicológicas, dependendo da formação do profissional. Podendo ser trabalhada com pessoas e grupos de todas as idades.
O Arteterapeuta é um facilitador, ele anda ao lado de seu cliente, ele tem como ambiente de trabalho um ESPAÇO SAGRADO dedicado a quem o busca!
“A ARTETERAPIA É O BEIJO DO PRÍNCIPE QUE NOS ACORDA!”
Cristina Coelho - CRP: 05/34022

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